VENCENDO
AS TEMPESTADES E ACESSANDO O SOBRENATURAL
Pr.
Wesley França
“22
Logo em seguida, Jesus insistiu com os discípulos para que entrassem no barco e
fossem adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia a multidão. 23
Tendo despedido a multidão, subiu sozinho a um monte para orar. Ao anoitecer,
ele estava ali sozinho, 24, mas o barco já estava a considerável distância da
terra, fustigado pelas ondas, porque o vento soprava contra ele. 25 Alta
madrugada, Jesus dirigiu-se a eles, andando sobre o mar. 26 Quando o viram
andando sobre o mar, ficaram aterrorizados e disseram: “É um fantasma!” E
gritaram de medo. 27 Mas Jesus imediatamente lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não
tenham medo!” 28 “Senhor”, disse Pedro, “se és tu, manda-me ir ao teu encontro
por sobre as águas”. 29 “Venha”, respondeu ele. Então Pedro saiu do barco,
andou sobre as águas e foi na direção de Jesus. 30 Mas, quando reparou no
vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” 31
Imediatamente Jesus estendeu a mão e o segurou. E disse: “Homem de pequena fé,
por que você duvidou?” 32 Quando entraram no barco, o vento cessou. 33 Então os
que estavam no barco o adoraram, dizendo: “Verdadeiramente tu és o Filho de
Deus”.” (Mateus 15:22-28)
Introdução
As
grandes tempestades da alma:
Ø Muitas
vezes as maiores tempestades que enfrentamos NÃO são aquelas que acontecem fora
de nós, mas aquelas que agitam nossa alma e levantam vendavais furiosos em
nosso coração. Os tufões mais violentos não são aqueles que agitam as
circunstâncias, mas aqueles que deixam turbulentos nossos sentimentos, não são
aqueles nos ameaçam a levar ao fundo do mar, mas aqueles que se derretem dentro
de nós como avalanches que rolam impetuosamente das geleiras alcantiladas da
nossa alma.
Ø Na
Jornada da vida, surgem perguntas difíceis de serem respondidas e tensões que
abafam a nossa voz. Muitas vezes parece que a fé está contra a fé, e a Palavra
contra as próprias promessas do Altíssimo.
Ø A
vida não se desenrola numa estufa espiritual, nem numa colônia de férias. As
tempestades chegam e chagam para todos.
Fatos acerca de tempestades:
1
– Elas são inevitáveis: alcançam ricos e pobres, doutores e analfabetos,
crentes e descrentes.
2
– Elas são imprevisíveis: Chegam sem aviso prévio, colhendo-nos de
supressa. (O lago da Galileia era famoso por suas repentinas e terríveis
tempestades).
3
– Elas são inadmissíveis: fogem ao nosso controle.
4
– Elas são pedagógicas: sempre nos ensinam uma lição. Os discípulos de
Jesus enfrentam uma avassaladora tempestade. Não temos imunidades especiais.
Deus nos livra nas tempestades, mas não das tempestades.
No
texto que lemos, conta a história Jesus Andando sobre as águas e que precisamos
destacar três fatos à guisa de introdução:
1 – As férias frustradas: você já teve este
dissabor de ter um período de férias frustrado? Arrumou as malas, fez planos,
reserva de hotel e na hora de fazer a viagem dos sonhos surgiu um fato novo, um
imprevisto que botou sua agenda de cabeça para baixo e frustrou todas as suas
expectativas? Jesus estava saindo de férias com seus discípulos. Eles estavam
tão cansados que não tinham tempo nem para comer (Marcos 6:31). Além da
agenda congestionada, haviam acabado de receber a notícia que João Batista fora
degolado na prisão, por ordem de um rei bêbado, a pedido de uma mulher
adúltera.
Jesus
Proporciona aos discípulos um justo e merecido descanso (Marcos 6:31).
Eles saem para um lugar solitário. Contudo ao chegarem ao destino, havia uma
multidão de gente carente, doente e faminta já havia descoberto o plano e se
antecipado a caravana dos discípulos (Marcos 6:33). Para espanto e
surpresa dos discípulos Jesus não dispensa a multidão, antes cancela as férias
e passa o dia ensinando e alimento aquele povo aflito como ovelhas sem pastor.
Pior ao fim do dia, ao invés de Jesus continuar seu o programa de férias,
compele aos seus discípulos a entrar no barco e voltar para casa (Marcos 6:45).
2 – Livramento da tentação: O evangelista João nos
informa que a intenção da multidão era fazê-lo rei (João 6:14-15). Jesus
estava poupando os discípulos desta tentação, ou seja, de uma visão distorcida
da sua missão. Os doze não estavam prontos para enfrentar este tipo de teste,
visto que sua visão de reino era nacional e política, Jesus não se curvou à
tentação da popularidade; antes manteve-se no seu proposito e resistiu à
tentação por meio da oração.
3 – Intercessão de Jesus por eles na hora da provação:
Jesus não tinha tempo para comer (Marcos 3:20), mas tinha tempo para
orar. A oração era sua própria respiração. Jesus estava no monte em oração
quando os viu em dificuldade (Marcos 6:48). O Senhor nos vê quando a
tempestade nos atinge. Não há circunstância que esteja fora do alcance de sua
intervenção. Nossos caminhos estão escondidos aos seus olhos. Ele está junto ao
trono do Pai, intercedendo por nós (Romanos 8:34), Ele sente o fardo que
carregamos e sabe pelo que estamos passando (Hebreus 4:14-16).
O
mínimo que esses discípulos podiam esperar era uma viagem tranquila para casa,
uma vez que o tempo de descanso fora interrompida. Mas, ao voltarem, eles são
colhidos por uma terrível tempestade. Esse episódio encerra grandes lições e
traz à baila as grandes tensões da vida humana:
1 – As tempestades da vida chegam mesmo quando estamos
no caminho da obediência (Mateus 14:22-24).
Jesus
não pediu, não sugeriu nem aconselhou os discípulos a passarem para passarem
para o outro lado do mar. Ele os compeliu, os obrigou (Mateus 14:22). Os
discípulos não tinham opção; deviam obedecer. E ao obedecerem, foram empurrados
para o epicentro de uma avassaladora tempestade. Como entender isso? Por que
Deus permite sermos apanhados de surpresa por situações adversas? Por que Deus
nos empurra para epicentro da crise? Por que somos sacudidos por vendavais
maiores que nossas forças? Por que acidentes trágicos, perdas dolorosas e
doenças graves assolam aqueles que estão fazendo a vontade de Deus?
É mais fácil entender que a obediência sempre nos leva
para os jardins engrinaldados de flores, e não para fornalha da aflição. É mais
fácil aceitar que a obediência nos livra da tempestade, em vez de crer que ela
nos arrasta para as torrentes mais caudalosas. Fica claro, portanto, que a
presença de problemas nem sempre significa que estamos fora do proposito de
Deus ou que Deus é indiferente à nossa dor. Na verdade, a vida cristã não é uma
sala vip ou um parque de diversões. Não fique desanimado por causa das
tempestades da vida. Elas podem ser inesperadas para você, mas não para você.
Elas podem estar fora do seu controle, mas não do controle do altíssimo. Você
não pode entender a razão delas, mas elas são instrumentos pedagógicos de Deus
para sua vida, para te elevar ao nível acima, há levar você de encontro ao seu
propósito.
2
– As tempestades da vida se agravam quando Jesus parece demorar (Mateus
14:23-24).
Os
discípulos de Jesus passaram horas amargas e de grande desespero procurando
remar contra a maré (Marcos 6:48). o mesmo mar tão conhecido deles, está
agora irreconhecível. O inesperado mostra sua carranca. O barco é levantado por
vagalhões em fúria, e o vento, encurralado pelas montanhas de Golã de um lado e
pelas montanhas da Galileia do outro lado. Encrespa as ondas e sova o frágil
barco com um desmesurado rigor. Todo o esforço de controlar a embarcação
esvai-se no coração daqueles bravos combatentes. Neste momento de pavor, os
discípulos esperavam pela presença de Jesus, mas Ele não chega; antes a
tempestade se agrava. Essa é uma das maiores tensões da vida: a demora de
Deus!
Esse
foi o drama da vivido pela família de Bethânia, quando lazaro ficou enfermo,
mandaram recado para Jesus: “Está enfermo aquele a quem ama” (João
11:3). Quem ama tem pressa em socorrer a pessoa amada. As irmãs de Lazaro
tinha certeza de que Jesus iria socorrê-las. Certamente pessoas perguntavam a
elas: “Será que Jesus ama mesmo vocês?”, “Será que Ele virá curar Lazaro?”
“Será que ele chegará a tempo?” A todas essas perguntas perturbadoras, Marta
deve ter respondido com segurança: “Certamente ele vem. Ele nunca nos
abandonou. Ele nunca nos decepcionou”. A certeza foi sendo substituída pela
ansiedade, esta pelo medo, e o medo pela decepção. Lázaro morreu, Jesus não
chegou. Marta ficou engasgada com essa dolorosa e constrangedora situação.
Quatro dias se passaram depois do sepultamento de lazaro. Só então Jesus
chegou. Marta correu ao seu encontro e logo despejou sua dor: “Senhor, se
estiveras aqui, não teria morrido meu irmão” (João 11:21).
A
demora de Jesus havia aberto uma ferida em sua alma. Sua expectativa foi
frustrada. Sua dor não foi terapêutica. Suas lagrimas não foram enxugadas. A
vida do seu irmão não foi poupada. Marta está tão machucada que não pode mais
crer na intervenção do sobrenatural de Jesus (João 11:39-40). Antes de
censurar Marta, deveríamos sondar nosso coração. Quantas vezes as pessoas nos ferem com
perguntas venenosas: “Onde o teu Deus está? “Se Deus ama você por que você está
doente?”, “Se Deus se importa com você, por que você está passando por
problemas?”, “Se Deus satisfaz suas necessidades por que você está sozinho, nos
braços da solidão?”; “Se Deus é bom por que não poupou você ou a pessoa que
você ama de um trágico acidente?” “Se Deus é o pai de amor, por que a pessoa
que você ama foi arrancada dos seus braços pelo divorcio ou pela morte?”,
muitas vezes o maior drama não é a tempestade, mas a demora de Deus em vir nos
socorrer.
Jesus na verdade não estava longe nem indiferente ao
drama dos seus discípulos, na verdade estava no monte orando por eles (Mateus
14:23). Quando você pensa que o Senhor está longe, na verdade Ele está
trabalhando em seu favor, preparando algo maior e melhor para você. Ele não
dorme e nem cochila, mas trabalha para aqueles que nele esperam. Ele não chega
atrasado e nem a tempestade está fora do seu controle. Jesus não chegou
atrasado a Bethânia, o milagre de Lazaro foi muito mais notório do que a cura
de um enfermo. Sossegue o seu coração. Jesus sabe onde você está, como você
está e para onde ele vai levar você.
3 – Nas tempestades da vida, Jesus sempre vem ao nosso
encontro (Mateus 14:25,26).
Os problemas são como as ondas do mar, quando uma se
quebra na praia a outra já se formando, muitas vezes quando você tenta se
recuperar de um solavanco, outra onda chega, açoita-o de novo e o joga ao chão.
Mas quando você pensa que a causa está perdida, que a esperança já se dissipou,
então Jesus surge no horizonte da sua história. Quando você decreta falência
dos seus recursos, Jesus chega e põe um ponto final na crise.
Jesus não chegou atrasado ao mar da Galileia. O seu
socorro veio na hora oportuna. Aquela tempestade só tinha uma finalidade: levar
os discípulos a ter uma experiencia mais profunda com Jesus.
Nas tempestades da vida, Jesus vem ao nosso encontro,
mesmo quando achamos que não há mais esperança de livramento (Mateus 14:25).
A noite era divida pelos judeus em quatro vigílias: a primeira das 6 horas da
tarde até as 9 horas da noite, a segunda vigília das 9 horas à meia noite; a
terceira vigília da meia noite às3 horas da madrugada e a quarta vigília das 3
horas da madrugada até às 6 horas da manhã. Aqueles discípulos entraram no mar
era ao cair da tarde. Ainda era dia quando chegaram no meio do mar (Mateus 14:23-24),
de repente, o mar começou a se agitar (João 6:18), e o barco foi
açoitado pelas ondas. Eles remaram com todo empenho do cair da tarde até às 3
horas da madrugada, e ainda estavam no meio do mar no centro do problema, no
ponto mais fundo, mais perigoso, sem sair do lugar. Muitas vezes temos a
sensação de que nossos esforços são inúteis. Remamos contra a maré, oramos,
clamamos, jejuamos, mas o perigo não se afasta. Mas quando tudo parece perdido,
quando chega a hora mais escura da madrugada, Jesus aparece para colocar fim a
nossa crise.
Jesus
sempre vem ao nosso encontro mesmo na quarta vigília da noite. Jesus não vem
quando desejamos Ele vem quando necessitamos.
4 – Nas tempestades da vida, Jesus vem ao nosso
encontro colocando o que nos ameaça debaixo dos pés (Mateus 14:25,26).
Os
discípulos esperavam com ansiedade o socorro de Jesus, mas quando ele veio não
o discerniram. Aquela era uma noite trevosa. O mar estava coberto por um manto
de total escuridão. Exaustos e desesperançados e cheios de pavor, num lampejo
de luz trazido ocasionalmente por relâmpagos os discípulos enxergam uma
silhueta caminhando resolutamente sobre as ondas. Assustados e com medo
gritaram.: “é um fantasma!”. Eles esperam por Jesus mas não de
maneira tão estranha. O Senhor vem a eles andando sobre as ondas. Não apenas a
tempestade era pedagógica, mas também o era a maneira pela qual Jesus chega aos
seus discípulos. Esse episódio nos ensina duas valiosas lições:
ü As
ondas que nos ameaçam estão literalmente debaixo dos pés de Jesus. O mar era
gigante imbatível, e as ondas suplantavam toda a capacidade de resistência dos
discípulos. Mas aquilo que era maior do que seus discípulos e que conspirava
contra eles, estava literalmente debaixo dos pés do Senhor Jesus. Ele é maior
que nossos problemas.
ü Jesus
faz da própria tempestade o seu caminho para chegar a nossas vidas. Ele não
apenas anda sobre a tempestade, mas faz dela a estrada para ter acesso à nossa
vida. Mas pessoas se encontram com o Senhor nas noites escuras da alma do que
nas manhãs radiosas de folguedo. As, mas ricas experiencias da vida são
vivenciadas no vale da dor. Com certeza, os caminhos de Deus não são os nossos.
Eles são mais altos e mais excelentes.
Conclusão:
Sossegai
(578 Harpa Cristã) é um lindo hino que surgiu depois de duas tragédias que
ocorreram com a família da jovem Mary Ann Baker, a compositora de Master, The
Tempest is Raging, conhecido no Brasil como “Mestre, o Mar se Revolta” ou
“Sossegai”. A jovem veio ao mundo no dia 27 de dezembro de 1831, em Loami,
Illinois, nos Estados Unidos. Sua família (pais e irmãos) era cristã da Igreja
Batista. Era família de baixa condição financeira, sendo que por outro lado,
era muito feliz e unida. A primeira tragédia que aconteceu foi a morte dos pais
de Mary, que tinham tuberculose. Os três irmãos órfãos foram viver sozinhos,
cada um buscando um emprego, mas firmes com Jesus. E como se não bastasse, veio
a segunda tragédia, o irmão também teve tuberculose. Mary e sua irmã tentaram
salvá-lo enviando para outro estado, mas não resistiu. Com ajuda, ela e a irmã
conseguiram trazer o corpo do irmão para ser sepultado.
Foi
logo após essa experiência triste e avassaladora que o professor Horatio
Richmond Palmer, da Igreja Batista onde congregavam, pediu a Mary que
preparasse alguns hinos para serem cantados nas manhãs de domingo, na Escola
Bíblica Dominical. Conforme Palmer, a proposta era que os hinos escolhidos
fizessem referência aos temas das lições da Escola Bíblica daquela semana.
Conta Mary, segundo registro de Rufin, que seu coração foi tocado por Deus
quando viu que uma das lições tinha por tema “Cristo Acalmando a Tempestade”.
Ao ler o conteúdo da lição, ela percebeu que essa lição expressava tão
vividamente a sua experiência, que esse hino [Master, The Tempest is Raging]
foi o resultado. Ao mostrar ao professor Palmer a poesia que fizera sobre o
tema daquela lição e baseado na sua experiência de quase “naufrágio”, ele não
apenas ficou maravilhado com a letra como, imediatamente, compôs a música para
o hino. (p.65) (Fonte: Mulher Cristã)
Gostaria
de encerrar com essa ilustração, a águia não é a maior ave que existe e nem a
mais forte necessariamente, mas ela e a única ave, único pássaro que quando vem
a tempestade ela não se esconde, todos os outros pássaros se escondem, até
pássaros bem maiores que a águia, vem a tempestade eles procuram uma caverna,
ou pedras, ou galhos fortes de uma arvore muito grande para se esconder. A
águia (a bíblia compara o cristão com uma águia), quando vem a tempestade ela
sente de longe, ela tem uma sensibilidade impressionante, ela sabe que a
tempestade está vindo de longe, ela enxerga de longe, tem olhos muito bons, e
sabe o que ela faz, ela voa em direção a tempestade e normalmente ela consegue
voar por cima da tempestade, ela alcança três mil metros tranquilamente, mas as
vezes a formação das nuvens daquela tempestade são tão grandes, que ela não
consegue voar por cima antes, da tempestade chegar, então sabe o que ela faz?
Ela enfrenta de cara a tempestade, e Deus deu para ela uma capacidade de travar
suas asas, e as correntes térmicas daquela tempestade joga ela pra cima, dizem
que é uma das cenas mais lindas da natureza, vela como jato, como um foguete,
sem ela bater uma asa, só administrando as asas travadas, e ela vai como
foguete, ela vai por cima da tempestade, e lá em cima a atmosfera é fina, bem
fina, mas Deus deu a ela uma capacidade em seus pulmões de respirar mesmo com
pouco oxigênio, e o sol é muito forte porque a atmosfera é muito fraca e aquele
sol é tão forte e ela consegue olhar bem dentro do sol, e não machuca os olhos
dela, porque desce um óleo que protege seus olhos, e isso que a bíblia fala que
nos cristãos podemos ter a capacidade como águia de dar a volta por cima, por
isso que Deus diz em Isaias 40:31 “ Mas os que esperam no Senhor
renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão;
caminharão, e não se fatigarão.” Eu já vejo você e eu e toda nossa
família voando lá em cima como águia.
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